
Quem tenta descobrir quanto custa um site profissional costuma fazer o que parece mais sensato: pede três orçamentos. Em uma clínica, numa escola de cursos ou numa construtora, a cena se repete. Um fornecedor manda um valor baixo em duas linhas. Outro manda um valor alto com uma lista de etapas. O terceiro fica no meio, com uma proposta cheia de termos que ninguém da empresa usa no dia a dia.
Os três números não se comparam porque cada fornecedor orçou uma coisa diferente. Um contou cinco páginas com o texto entregue pelo cliente. Outro incluiu entrevista, redação, formulário ligado ao atendimento e medição configurada. O terceiro não disse se a mudança do site antigo entra na conta. Quem compara só o preço final escolhe sem saber o que ficou de fora. Muitas vezes descobre depois, quando o site já está no ar e os clientes continuam chegando só por indicação.
Este texto organiza essa comparação. Primeiro, o que costuma entrar no preço e por que as faixas publicadas na internet são tão largas. Depois, as perguntas que vale fazer ao fornecedor e os custos que aparecem depois da entrega.
Quanto custa um site profissional, em uma resposta
Quanto custa um site profissional depende do escopo: quantas páginas, quem escreve o texto, que integrações entram, se a medição vem configurada e como fica a manutenção. Guias de mercado publicados em 2026 trazem faixas muito largas. Na Cofator, a landing page custa R$ 600; site com mais páginas recebe escopo e orçamento próprios.
Por que as faixas de preço da internet não dizem quanto custa um site para a sua empresa
Quem pesquisa o assunto encontra números de todo tipo, quase sempre publicados por empresas que vendem hospedagem ou ferramenta para montar site. Dois exemplos mostram o tamanho da distância. O guia da Nuvemshop, publicado em junho de 2026, diz que um site básico pode custar de R$ 500 a R$ 5.000. O guia da Wix, de 2026, fala em custo médio de criação entre R$ 10.000 e R$ 25.000.
Esses dois números convivem porque cada guia chama de “site” uma coisa diferente. Em um extremo está uma página montada sobre um modelo pronto, com o texto que o dono escreveu numa tarde. No outro está um projeto com várias páginas de serviço, texto escrito a partir de conversa com quem vende, formulário ligado ao atendimento e registro da origem de cada contato. A palavra é a mesma, e o trabalho é outro.
Para o dono de uma empresa de serviço, a faixa diz pouco. A pergunta que ajuda a decidir é o que o site precisa fazer pela empresa e quanto custa entregar exatamente isso. Uma loja virtual, com catálogo, carrinho e pagamento, é outro tipo de projeto e fica fora desta conta.
O que entra no preço de um site profissional
Quando um orçamento chegar, vale colocá-lo ao lado desta tabela e marcar três coisas: o que está escrito, o que está subentendido e o que não aparece.
| Item | O que é | O que muda no preço |
|---|---|---|
| Domínio e hospedagem | O endereço do site e o servidor onde ele fica guardado. | São custos recorrentes, pagos à parte e renovados ao longo do tempo. O orçamento precisa dizer se estão incluídos, em nome de quem ficam e quando vencem. |
| Páginas e serviços apresentados | Quantas páginas o site terá e quantos serviços ganham explicação própria. | Cada página a mais é mais texto, mais design e mais revisão. Uma empresa com oito serviços que precisam de explicação não cabe no orçamento de uma que vende um só. |
| Texto | O que está escrito em cada página: a oferta, a explicação do serviço, as respostas às dúvidas. | Se o cliente entrega o texto pronto, o fornecedor só encaixa. Se o fornecedor escreve a partir de entrevista, entra um trabalho de apuração e redação, que costuma decidir se o visitante entende o serviço. |
| Design e adaptação ao celular | A organização visual e o comportamento da página em telas pequenas. | Modelo pronto adaptado dá menos trabalho que layout feito para a empresa. A versão para celular precisa ser planejada junto, e não encolhida no fim. |
| Velocidade de carregamento | O tempo que a página leva para abrir e parar de mexer na tela. | Depende da tecnologia, do peso das imagens e de onde o site é servido. Medir e corrigir antes de publicar é uma etapa de trabalho e precisa estar prevista. |
| Formulário e destino do contato | O que o visitante preenche, para onde a informação vai e quem responde. | Um formulário que manda e-mail para uma caixa que ninguém abre sai barato. Ligar o envio ao atendimento, com confirmação para o visitante e um responsável definido, exige configuração. |
| Medição | O registro de cliques, de envios de formulário e da origem de cada contato. | Sem ela, a empresa não sabe de onde veio o cliente. Configurar e testar esses registros é uma etapa própria. |
| Migração | Quando há site anterior, o mapeamento dos endereços antigos para os novos. | Evita que páginas conhecidas, já encontradas no Google ou salvas por clientes, passem a dar erro. O tamanho do site antigo muda o volume de trabalho. |
| Manutenção e ajustes | O que acontece depois de publicar: correções, mudanças de texto, páginas novas. | Pode estar incluída por um período, ser cobrada por pedido ou simplesmente não existir. O orçamento precisa dizer qual das situações vale. |
Muitas vezes a diferença entre dois orçamentos está nas linhas do meio: texto, formulário e medição. São itens que não aparecem numa foto do site pronto e que decidem se ele gera contato.
Site institucional ou landing page: o preço muda porque a função muda
Parte da confusão vem de comparar dois tipos de página como se fossem o mesmo produto. O site institucional sustenta a decisão de quem quer conhecer a empresa. Ele recebe visitantes que chegam pela busca do Google, por indicação ou por link direto, e apresenta os serviços, o método, as dúvidas comuns e a prova de que a empresa faz o que diz. Tem menu completo e várias páginas de entrada. O resultado se lê em contatos vindos da busca, posição no Google e páginas visitadas.
A landing page tem outra função. Ela recebe o clique de um anúncio específico e leva a uma ação só: agendar, pedir orçamento, falar com o comercial. Apresenta uma oferta e as objeções dessa oferta, com navegação reduzida. O resultado se lê em custo por contato e taxa de conversão.
Por isso o preço é diferente. Um site tem mais páginas, mais texto e mais decisões de estrutura; uma landing page concentra o esforço em uma oferta. Na prática, quem vai anunciar não precisa esperar o site ficar pronto. A landing page pode ser publicada dentro do endereço que a empresa já usa, e a campanha começa a registrar resultados enquanto o site é construído. Se a dúvida é por qual dos dois começar, o artigo site ou landing page: o que sua empresa precisa primeiro ajuda a decidir.
Perguntas para fazer antes de aceitar um orçamento
Estas perguntas valem para qualquer fornecedor, a Cofator incluída. As respostas deixam as propostas comparáveis e mostram quem pensou no que acontece depois da publicação.
- Quem escreve o texto e quem aprova? Se o texto fica com a empresa, o prazo e a qualidade dependem de alguém da equipe ter tempo para isso. Se fica com o fornecedor, pergunte como ele levanta as informações e em que momento a empresa aprova. Em segmentos com regras próprias, o texto carrega mais responsabilidade; o artigo sobre o que o site de uma clínica precisa explicar antes do agendamento mostra um exemplo.
- Em que tecnologia o site é feito e quem consegue editar depois? A resposta diz se a empresa vai depender do fornecedor para trocar um telefone ou se alguém da equipe consegue publicar uma mudança.
- A medição vem ligada na publicação, e o que é registrado? Peça a lista: cliques nos botões, envios de formulário, origem do contato. Uma promessa genérica de instalar uma ferramenta não responde à pergunta.
- Para onde vai o formulário e como a empresa fica sabendo do contato? O contato precisa chegar a uma pessoa com nome, e o visitante precisa receber confirmação. Sem isso, o envio acontece e o atendimento não.
- O que acontece com os endereços do site antigo? Se o fornecedor não souber responder, páginas que hoje aparecem no Google ou que clientes guardaram podem deixar de abrir.
- O que a manutenção inclui e como eu peço um ajuste? Por quanto tempo vale, que tipo de mudança entra e por onde o pedido é feito.
- De quem ficam o domínio e os acessos? O domínio deve estar em nome da empresa, e os acessos à hospedagem e às ferramentas de medição precisam ficar com ela. Se a relação com o fornecedor acabar, o site continua sendo seu.
- Como a velocidade é conferida antes de publicar? Pergunte que medida o fornecedor usa e qual limite considera aceitável. O Google publica valores de referência para carregamento, estabilidade e resposta da página, e quem trabalha com eles sabe dizer quais são.
Custos que aparecem depois da entrega
O preço de criação é a parte visível. Outras contas chegam depois:
- Domínio e hospedagem se renovam, e alguém precisa acompanhar o vencimento para o site não sair do ar.
- Ajustes e páginas novas surgem quando a empresa lança um serviço, muda de endereço ou revê a oferta. Se a manutenção não foi combinada, cada pedido vira um orçamento novo.
- Ferramentas pagas que o site usa, como agenda online, chat ou sistema de atendimento, têm assinatura própria.
- O site que não gera contato. A empresa pagou, o site está no ar, e os clientes continuam chegando só por indicação. Esse custo não aparece em nenhuma fatura, e pesa justamente quando a empresa precisa de clientes novos.
Quando a empresa já anuncia e os cliques não viram clientes, o problema pode estar no anúncio, na página ou no atendimento. O texto sobre anúncios que geram cliques, mas não clientes mostra como investigar cada etapa antes de trocar de fornecedor ou de site.
Quanto custa um site profissional na Cofator
A oferta de entrada da Cofator é uma landing page por R$ 600. A conversa comercial esclarece inclusões, prazo e condições antes da contratação, para que ninguém assine sem saber o que vai receber. Sites com mais páginas, ou projetos com necessidades diferentes, recebem escopo e orçamento próprios.
O trabalho com sites e landing pages segue critérios que respondem às perguntas da lista acima:
- Texto antes do design. A Cofator escreve a partir de entrevista com quem vende e das objeções que já aparecem na conversa comercial. O cliente aprova o texto antes de o trabalho visual começar, e o design organiza uma mensagem já decidida.
- Tecnologia escolhida pela velocidade. Não usamos WordPress por padrão. Entregamos HTML, CSS e JavaScript próprios, armazenados em servidores próximos ao visitante, para ter controle sobre a velocidade. Seguimos os limites do Google para a página: carregamento até 2,5 s, estabilidade até 0,1 e resposta até 200 ms. Quando a equipe do cliente precisa publicar com frequência, avaliamos um gerenciador de conteúdo.
- Medição testada antes do anúncio. Cada ação do visitante e o formulário são testados antes de o primeiro anúncio começar. O destino do formulário, a confirmação e o responsável pelo atendimento ficam definidos antes de publicar.
- Site antigo mapeado. Quando há site anterior, os endereços antigos são mapeados para que nenhuma página conhecida perca o acesso.
- Manutenção combinada na contratação. A proposta informa o que o acompanhamento inclui e como pedir ajustes.
Perguntas frequentes
É possível ter um site sem pagar nada?
Existem plataformas gratuitas, e elas servem para testar uma ideia. Os limites costumam aparecer no domínio próprio, no controle sobre a página e na medição dos contatos. Para uma empresa que vende serviço, o custo real está no contato que o site deixa de receber ou de registrar.
Quanto custa manter um site no ar?
Manter um site no ar envolve domínio e hospedagem, que se renovam periodicamente, e a manutenção, cujo custo depende do que foi contratado: correções, mudanças de texto, páginas novas. Antes de fechar, peça que a proposta diga o que se renova, quando vence e o que a manutenção cobre.
Quanto custa uma landing page?
Na Cofator, a landing page custa R$ 600. A conversa comercial esclarece inclusões, prazo e condições antes da contratação. Em qualquer fornecedor, o preço depende do mesmo escopo de um site: quem escreve o texto, para onde vai o formulário e se a medição vem configurada.
Preciso de site novo para anunciar?
Nem sempre. Uma landing page pode ser publicada dentro do endereço que a empresa já usa, com a oferta do anúncio na primeira tela e o formulário ligado ao atendimento. A campanha começa a registrar resultados enquanto o site novo é construído.
Vale refazer o site que já tenho?
Depende da base. Quando a estrutura atual é sólida, a Cofator trabalha sobre ela. Quando corrigir custa mais que reconstruir, a proposta é de reconstrução, com o motivo explicado. A decisão vem depois de olhar o site que existe.
Por onde começar
Se você já recebeu orçamentos, passe cada um pela tabela e pela lista de perguntas deste texto antes de decidir. O que o fornecedor não souber responder também é informação. Na conversa com a Cofator, conferimos a oferta, a página que existe hoje e o próximo passo.
Se a empresa vai anunciar e precisa de uma página agora, dá para começar pela landing page por R$ 600, publicada no endereço que a empresa já usa. A campanha passa a registrar contatos, e o site com mais páginas pode ser planejado depois, com o que esses contatos mostrarem.